Preocupação excessiva e antecipatória. O adolescente se preocupa demais com situações futuras — uma prova, uma festa, o que os outros vão pensar — mesmo quando não há motivo concreto para isso.
Irritabilidade fora do comum. Respostas ríspidas, explosões de raiva por pequenos motivos e baixa tolerância à frustração podem ser a forma como a ansiedade se manifesta, especialmente em meninos.
Queda no rendimento escolar. Dificuldade de concentração, esquecimento e queda nas notas, mesmo em quem sempre teve bom desempenho, costumam indicar que a mente está sobrecarregada.
Isolamento social. Evitar encontros com amigos, recusar convites e preferir ficar sozinho no quarto por longos períodos pode ser sinal de ansiedade social, e não apenas timidez.
Inquietação física constante. Roer unhas, balançar a perna, mexer no cabelo ou não conseguir ficar parado são formas do corpo "descarregar" uma tensão interna.
Alterações no sono. Dificuldade para pegar no sono, despertar no meio da madrugada com pensamentos acelerados, ou o extremo oposto — dormir demais como forma de fuga.
Mudanças no apetite. Comer bem mais ou bem menos do que o habitual, sem uma causa médica aparente, também está entre os sintomas físicos mais comuns da ansiedade.
Queixas físicas recorrentes. Dor de cabeça, dor de barriga e enjoos frequentes, principalmente antes de eventos como provas ou apresentações, sem explicação clínica.
Fadiga constante. Uma sensação de cansaço que não passa nem depois de descansar, porque o corpo está em estado de alerta praticamente o tempo todo.
Tensão muscular. Ombros travados, mandíbula cerrada e dores no corpo sem uma causa física evidente são reflexos diretos da ansiedade acumulada.
Crises de ansiedade. Episódios de coração acelerado, falta de ar, tremores e uma sensação repentina de medo ou pânico, mesmo sem um perigo real presente.
Autocrítica e baixa autoestima. Pensamentos do tipo "eu não sou bom o suficiente" e um pessimismo constante em relação a si mesmo e ao futuro.